Para evitar escrever vários e longos e-mails a todos que me perguntam da minha super viagem para war torn countries in the 90s, vou escrever aqui no blog. Além de tudo, é uma tentativa, provavelmente vã, de aumentar a audiência disso aqui. Vamos lá. Comecamos a nossa aventura no dia 1. Pra melhor contextualizacao e aprendizado, dias serão colocados em neerlandês (ou holandês, ou dutch, como preferirem). Assim sendo...
Saímos de Den Haag, de busum, e trocamos de ônibus em Amsterdam, até Berlin, chegando lá no...
Dag èèn. Em Amsterdam, nos separamos de nossos coleguinhas de viagem que seguiriam outros caminhos (Max, Piotr, Marcin e Rhett, que passaram uns dias em Berlin e foram pra Polônia; e Israel e uma outra menina espanhola, que iriam fazer um super tour expresso pela Europa) e fomos até alguns pontos turísticos gastar as 3 horas livres que tínhamos. Vide foto 1: praca 18 de marco. Pegamos entonces um aviao da EasyJet (vale mencionar: a passagem custou 5 euros, mais taxas, que deu 20 euros) para Ljubljana, na Eslovênia. Nunca imaginei ir lá. Quando eu era mais nova, tinha uma penpal de lá, chamava Polona. Tentei entrar em contato com ela, mas não consegui. Anyway. Tentamos ir pro Hostel Celica, mas tava cheio, então fomos pra um hotel mais ou menos perto (na hora, eu achei beeeeem longe, mas o tanto que andei depois desse dia me fez mudar de opinião) pra passar a noite. No dia seguinte, dag twee, de manhã, fizemos check-in no hostel (que foi o melhor da viagem, café da manha ótimo, roupas de cama limpas, tudo muito bom) e fomos de trem pra Postojna, porque aparentemente o Lonely Planet (aka nosso guru) disse que era legal ir pra lá. No caminho do trem tinha uma estacão. Tinha uma estacão no fim do mundo, junto a uma caverna e a um castelo. Andamos horrores até a caverna, e ficamos duas horas passeando em meio a estalactites e estalacmites. Nada que eu já não tivesse visto nas inúmeras excursões feitas pelo Pitágoras às grutas da Lapinha e do Rei do Mato. Mas era a Eslovênia. E tinha um castelo. Só que era sábado e aparentemente o transporte público para *turistas* não funciona aos sábados. Go figure. Mas foi legal porque a cidade era bonitinha, a caverna era legal e muito, muito grande, e foi só uma manhã que perdemos nessa história. Chegamos em Ljubljana e fomos pro castelo que tem no alto de um morro na cidade. Vista linda de lá (foto 1). Blá blá blá, e chegamos ao...
Dag drie. Ainda atendendo às orientacões do Lonely Planet, fomos para Bled, outro fim de mundo no meio da Eslovênia. Basicamente, a cidade era composta por um lago, uma ilha com uma igreja e um castelo. Fomos dar a volta no lago. Andamos muito, passamos pela neve, pistas falsas de onde seria o castelo, mais neve. 6km de lago, tava na nossa média diária. Tomamos café, comemos pizza. Vimos o castelo. Lá no alto. Cadê a trilha? Não tinha trilha. Minto - se você olhasse com muita vontade, veria que tinha uma pseudo trilha no meio da neve e das árvores. E, seguindo o espírito aventureiro do Francis, fomos subindo até o castelo. E valeu cada minuto, cada escorregão, cada qualquer coisa que tenha me custado pra chegar naquela cidade e naquele castelo. Honestamente, foi a primeira vez que uma paisagem me deu vontade de chorar, de tão linda que era (o cansaco e o frio podem ter colaborado pra vontade de chorar, mas deixemos isso de lado). Era uma pintura. O lago, parte congelado. A ilha. A igreja. As montanhas, que pareciam borrões por causa das árvores sem folhas. Nunca vou conseguir explicar. A foto 2 tenta, mas também não consegue. Sigamos em frente.
Dag vier. Pegamos um trem para Zagreb, na Croácia. Cidade linda, pessoas nem tanto. Acredito que Zagreb seja incrível no verão. Os prédios são lindos, pracas idem. Mas no inverno não tem muita coisa pra fazer. Prova disso é que passamos 1 dia lá, não era nem 4 da tarde e já não tínhamos mais nada pra fazer. Valeu, however, porque a cidade é realmente muito bonita, e diferente do que eu já vi até agora. Foto 3 de rua. Pegamos um ônibus, eu e a Cristina, já que o Francis e a Eva iam para a Bósnia. Eu e a Cris também queríamos ir, mas precisa de visto, e nossa excursão a Bruxelas para conseguir o visto não foi tão bem sucedida. Assim, resolvemos ir a Dubrovbik, que todos falavam que era uma das melhores cidades da Croácia. O problema é que ficava bem ao sul, então pegamos um ônibus noturno para lá. Ainda na rodoviária (que tinha o banheiro mais limpo que eu já vi na minha vida), um cara começou a conversar com a gente. Acabou contanto que sua esposa era das Filipinas, então ela não podia ir a Dubrovbik de ônibus, porque o ônibus passava pela Bósnia e ela não tinha visto. Momento de pânico. Eu não queria ser deportada pro Brasil. Não queria ser presa na Bósnia. Mas o Francis tinha dito que não tinha problema! Aí tentamos falar com o motorista, que só sabia gritar com a gente em croatian, e finalmente um cara que falava inglês apareceu pra ajudar. No final das contas, tinha um policial da fronteira no ônibus, e ele disse que como estávamos em trânsito não teria problema. Aí fomos. Vale mencionar o nosso desespero, e o fato de que quase ficamos pra trás numa das paradas, no meio da Croácia! O cara do ônibus tava indo embora, a Cris correu e alcançou, e quando eu saí do banheiro tá lá o ônibus andando já! Por incrível que pareça, chegamos a Dubrovnik no dag vijf. Vale contar sobre a mulher do banheiro da estação rodoviária (por estação, entenda-se umas cinco barraquinhas), que me cobrou 3 kunas para entrar (mais ou menos 50 centavos de euro, ou quase 2 reais!), e ficava apontando pra pia e pro vaso e gritando: Finito! Finito! No voda! (acho que voda era água) e não queria me deixar usar o banheiro. Dubrovnik é uma cidade linda. Fica na costa, o mar é lindo, as casas são lindas, e a old town é linda. Foi bastante danificada na guerra da Bósnia, mas estão reconstruindo a cidade. Fotos 4 mostram como é. Argh, o post já tá grande demais, mas preciso terminar de contar da viagem. De noite pegamos ônibus de volta pra Zagreb (viajamos 11 horas pra chegar lá, passar o dia e voltar à noite - isso que é ser pobre, só pra não pagar acomodação!), chegamos lá no dag zes e pegamos um trem pra Budapeste, na Hungria. A cidade é maravilhosa... (fotos 5) Novamente, tivemos problemas de hostel e fomos pra um numa localização excelente. O staff era ótimo, não tinha mais ninguém no dormitório e o banheiro era muito limpo. O problema é que tomar banho exigia vários skills de contorcionismo, já que na verdade era uma banheira com um chuveirinho, e ficava um tanto de roupa de cama pendurada sobre a banheira. Seguindo conselhos do Lonely Planet, fomos subir no Gellert Hills à noite. Sem iluminação nenhuma, totalmente deserto, só eu e a Cris. Toda hora tínhamos que nos lembrar de que estávamos na Hungria e não no Brasil, pra não morrer de medo. Mas chegamos lá em cima, numa estátua que simboliza a independência de Budapeste, e a vista da cidade e do Danúbio era linda. No dag zeven, ficamos passeando pela cidade, fomos ao Castle Hill, que é tipo a old town de Dubrovnik, mas menos bonita. Fomos a alguns museus (porque compramos o Budapest Card, que te dá transporte gratuito pela cidade e entrada grátis em vários museus), como o da História de Budapeste e o de Artes, que tinha alguns quadros de Cezanne e de Monet. Dormimos em outro hostel, mais caro e menos limpo, e no dag acht encontramos com o Francis no aeroporto pra pegar o avião para Berlin. Pegamos trem errado em Berlin (porque a Eva, que fala alemão, não estava mais com a gente...), mas conseguimos chegar ao Checkpoint Charlie (foto 6), que é a fronteira entre as zonas de ocupação americana e soviética (e, segundo fontes recentes, britânica também) em Berlin. Fomos ao museu lá, que foi muito interessante. Não tivemos tempo de ver tudo do museu, razão pela qual agora eu sou obrigada a voltar a Berlin. Além disso, quero conhecer o resto da cidade, claro. Finalmente, pegamos o ônibus de volta a Haia. O ônibus parava a cada quinze minutos, incluindo uma parada de uma hora para beber alguma coisa. Ainda ficamos uma hora esperando para trocar de ônibus em Amsterdam, e cheguei em casa às 7:30 da manhã de ontem, sábado... O mais interessante é que, durante a viagem, às vezes me dava saudades de casa... Mas era daqui de Haia. Do meu quarto, e de algumas outras coisas daqui... Mas claro que sinto saudades do Brasil. Mas o importante é que finalmente desloquei o minha casa, mesmo que temporariamente.
Saímos de Den Haag, de busum, e trocamos de ônibus em Amsterdam, até Berlin, chegando lá no...
Dag èèn. Em Amsterdam, nos separamos de nossos coleguinhas de viagem que seguiriam outros caminhos (Max, Piotr, Marcin e Rhett, que passaram uns dias em Berlin e foram pra Polônia; e Israel e uma outra menina espanhola, que iriam fazer um super tour expresso pela Europa) e fomos até alguns pontos turísticos gastar as 3 horas livres que tínhamos. Vide foto 1: praca 18 de marco. Pegamos entonces um aviao da EasyJet (vale mencionar: a passagem custou 5 euros, mais taxas, que deu 20 euros) para Ljubljana, na Eslovênia. Nunca imaginei ir lá. Quando eu era mais nova, tinha uma penpal de lá, chamava Polona. Tentei entrar em contato com ela, mas não consegui. Anyway. Tentamos ir pro Hostel Celica, mas tava cheio, então fomos pra um hotel mais ou menos perto (na hora, eu achei beeeeem longe, mas o tanto que andei depois desse dia me fez mudar de opinião) pra passar a noite. No dia seguinte, dag twee, de manhã, fizemos check-in no hostel (que foi o melhor da viagem, café da manha ótimo, roupas de cama limpas, tudo muito bom) e fomos de trem pra Postojna, porque aparentemente o Lonely Planet (aka nosso guru) disse que era legal ir pra lá. No caminho do trem tinha uma estacão. Tinha uma estacão no fim do mundo, junto a uma caverna e a um castelo. Andamos horrores até a caverna, e ficamos duas horas passeando em meio a estalactites e estalacmites. Nada que eu já não tivesse visto nas inúmeras excursões feitas pelo Pitágoras às grutas da Lapinha e do Rei do Mato. Mas era a Eslovênia. E tinha um castelo. Só que era sábado e aparentemente o transporte público para *turistas* não funciona aos sábados. Go figure. Mas foi legal porque a cidade era bonitinha, a caverna era legal e muito, muito grande, e foi só uma manhã que perdemos nessa história. Chegamos em Ljubljana e fomos pro castelo que tem no alto de um morro na cidade. Vista linda de lá (foto 1). Blá blá blá, e chegamos ao...
Dag drie. Ainda atendendo às orientacões do Lonely Planet, fomos para Bled, outro fim de mundo no meio da Eslovênia. Basicamente, a cidade era composta por um lago, uma ilha com uma igreja e um castelo. Fomos dar a volta no lago. Andamos muito, passamos pela neve, pistas falsas de onde seria o castelo, mais neve. 6km de lago, tava na nossa média diária. Tomamos café, comemos pizza. Vimos o castelo. Lá no alto. Cadê a trilha? Não tinha trilha. Minto - se você olhasse com muita vontade, veria que tinha uma pseudo trilha no meio da neve e das árvores. E, seguindo o espírito aventureiro do Francis, fomos subindo até o castelo. E valeu cada minuto, cada escorregão, cada qualquer coisa que tenha me custado pra chegar naquela cidade e naquele castelo. Honestamente, foi a primeira vez que uma paisagem me deu vontade de chorar, de tão linda que era (o cansaco e o frio podem ter colaborado pra vontade de chorar, mas deixemos isso de lado). Era uma pintura. O lago, parte congelado. A ilha. A igreja. As montanhas, que pareciam borrões por causa das árvores sem folhas. Nunca vou conseguir explicar. A foto 2 tenta, mas também não consegue. Sigamos em frente.
Dag vier. Pegamos um trem para Zagreb, na Croácia. Cidade linda, pessoas nem tanto. Acredito que Zagreb seja incrível no verão. Os prédios são lindos, pracas idem. Mas no inverno não tem muita coisa pra fazer. Prova disso é que passamos 1 dia lá, não era nem 4 da tarde e já não tínhamos mais nada pra fazer. Valeu, however, porque a cidade é realmente muito bonita, e diferente do que eu já vi até agora. Foto 3 de rua. Pegamos um ônibus, eu e a Cristina, já que o Francis e a Eva iam para a Bósnia. Eu e a Cris também queríamos ir, mas precisa de visto, e nossa excursão a Bruxelas para conseguir o visto não foi tão bem sucedida. Assim, resolvemos ir a Dubrovbik, que todos falavam que era uma das melhores cidades da Croácia. O problema é que ficava bem ao sul, então pegamos um ônibus noturno para lá. Ainda na rodoviária (que tinha o banheiro mais limpo que eu já vi na minha vida), um cara começou a conversar com a gente. Acabou contanto que sua esposa era das Filipinas, então ela não podia ir a Dubrovbik de ônibus, porque o ônibus passava pela Bósnia e ela não tinha visto. Momento de pânico. Eu não queria ser deportada pro Brasil. Não queria ser presa na Bósnia. Mas o Francis tinha dito que não tinha problema! Aí tentamos falar com o motorista, que só sabia gritar com a gente em croatian, e finalmente um cara que falava inglês apareceu pra ajudar. No final das contas, tinha um policial da fronteira no ônibus, e ele disse que como estávamos em trânsito não teria problema. Aí fomos. Vale mencionar o nosso desespero, e o fato de que quase ficamos pra trás numa das paradas, no meio da Croácia! O cara do ônibus tava indo embora, a Cris correu e alcançou, e quando eu saí do banheiro tá lá o ônibus andando já! Por incrível que pareça, chegamos a Dubrovnik no dag vijf. Vale contar sobre a mulher do banheiro da estação rodoviária (por estação, entenda-se umas cinco barraquinhas), que me cobrou 3 kunas para entrar (mais ou menos 50 centavos de euro, ou quase 2 reais!), e ficava apontando pra pia e pro vaso e gritando: Finito! Finito! No voda! (acho que voda era água) e não queria me deixar usar o banheiro. Dubrovnik é uma cidade linda. Fica na costa, o mar é lindo, as casas são lindas, e a old town é linda. Foi bastante danificada na guerra da Bósnia, mas estão reconstruindo a cidade. Fotos 4 mostram como é. Argh, o post já tá grande demais, mas preciso terminar de contar da viagem. De noite pegamos ônibus de volta pra Zagreb (viajamos 11 horas pra chegar lá, passar o dia e voltar à noite - isso que é ser pobre, só pra não pagar acomodação!), chegamos lá no dag zes e pegamos um trem pra Budapeste, na Hungria. A cidade é maravilhosa... (fotos 5) Novamente, tivemos problemas de hostel e fomos pra um numa localização excelente. O staff era ótimo, não tinha mais ninguém no dormitório e o banheiro era muito limpo. O problema é que tomar banho exigia vários skills de contorcionismo, já que na verdade era uma banheira com um chuveirinho, e ficava um tanto de roupa de cama pendurada sobre a banheira. Seguindo conselhos do Lonely Planet, fomos subir no Gellert Hills à noite. Sem iluminação nenhuma, totalmente deserto, só eu e a Cris. Toda hora tínhamos que nos lembrar de que estávamos na Hungria e não no Brasil, pra não morrer de medo. Mas chegamos lá em cima, numa estátua que simboliza a independência de Budapeste, e a vista da cidade e do Danúbio era linda. No dag zeven, ficamos passeando pela cidade, fomos ao Castle Hill, que é tipo a old town de Dubrovnik, mas menos bonita. Fomos a alguns museus (porque compramos o Budapest Card, que te dá transporte gratuito pela cidade e entrada grátis em vários museus), como o da História de Budapeste e o de Artes, que tinha alguns quadros de Cezanne e de Monet. Dormimos em outro hostel, mais caro e menos limpo, e no dag acht encontramos com o Francis no aeroporto pra pegar o avião para Berlin. Pegamos trem errado em Berlin (porque a Eva, que fala alemão, não estava mais com a gente...), mas conseguimos chegar ao Checkpoint Charlie (foto 6), que é a fronteira entre as zonas de ocupação americana e soviética (e, segundo fontes recentes, britânica também) em Berlin. Fomos ao museu lá, que foi muito interessante. Não tivemos tempo de ver tudo do museu, razão pela qual agora eu sou obrigada a voltar a Berlin. Além disso, quero conhecer o resto da cidade, claro. Finalmente, pegamos o ônibus de volta a Haia. O ônibus parava a cada quinze minutos, incluindo uma parada de uma hora para beber alguma coisa. Ainda ficamos uma hora esperando para trocar de ônibus em Amsterdam, e cheguei em casa às 7:30 da manhã de ontem, sábado... O mais interessante é que, durante a viagem, às vezes me dava saudades de casa... Mas era daqui de Haia. Do meu quarto, e de algumas outras coisas daqui... Mas claro que sinto saudades do Brasil. Mas o importante é que finalmente desloquei o minha casa, mesmo que temporariamente.

2 Comments:
Okay, agora que eu li seu blog de cabo a rabo, vamos a algumas perguntinhas:
1) Você consegue mesmo pronunciar o nome de todas essas cidades?
2) Você não fica confusa com tantos Dags?
3) Você normalmente encontra pessoas que falam inglês nesses lugares tds q vc vai?
Noh!! Mt bom seu blog, Kika! Continue postando que estarei sempre aqui. Beijos!!
Olha, Tess... Ate que nao eh dificil. Acho que a mais dificil de pronunciar eh a cidade onde moro, Den Haag. Porque pronuncia tipo DennaarRr. O nome da minha escola, por exemplo, eh Haagse Hogeschool. Mas pronuncia tipo: RaarRrse RorRresssrroul. Muuuuito dificil. As do leste europeu sao faceis. Eh soh trocar o J por I.
Dag eh dia. Dag een eh dia 1 hehehe. Os dias da semana sao: maandag, dinsdag, woensdag, donderdag, vrijdag, zaterdag, zondag. Eh facil!
Na holanda todo mundo fala em ingles. Na Croacia, soh gente da minha idade. Na Eslovenia, menos... Ah, depende. Mas vc pode considerar a Holanda um english-speaking country.
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